terça-feira, 29 de maio de 2012
LEMBRANÇAS
Quando criança, na roça, lembro-me bem,
lá na fazenda de meus pais, onde vivia,
podia desfrutar das coisas que havia:
toda fartura e muito amor dos pais também.
Montava num cavalo manso, em pelo, além
de colher frutas e comê-las, todo dia,
beber da água da mina, tão pura e fria,
depois brincar numa gangorra vaivém.
Aquela vida boa, que não tinha preço,
na qual vivíamos tranquilamente, ali,
com este mundo mau não tinha compromisso.
Hoje também tenho o melhor do que mereço,
mas nada se compara a tudo o que vivi.
Era feliz, mas nem sabia o que era isso.
A BELEZA DO AMOR
Toda a beleza do amor se canta em versos,
mas só pode cantar quem entender de amor,
porque o amor vai aos limites do universo,
aonde só pode chegar um sonhador.
Sobre este tema, falo com Deus e converso,
e, quando falo, seja no lugar que for,
fujo de ter o meu pensamento disperso,
e tenho a inspiração que vem do meu Senhor.
Mas a beleza do amor é infinita,
na vida não existe coisa mais bonita,
qualquer comparação se torna assunto sério.
Falar da beleza do amor só é possível
a quem tiver inspiração de alto nível,
capaz de discernir e desvendar mistérios.
Toda a beleza do amor se canta em versos,
mas só pode cantar quem entender de amor,
porque o amor vai aos limites do universo,
aonde só pode chegar um sonhador.
Sobre este tema, falo com Deus e converso,
e, quando falo, seja no lugar que for,
fujo de ter o meu pensamento disperso,
e tenho a inspiração que vem do meu Senhor.
Mas a beleza do amor é infinita,
na vida não existe coisa mais bonita,
qualquer comparação se torna assunto sério.
Falar da beleza do amor só é possível
a quem tiver inspiração de alto nível,
capaz de discernir e desvendar mistérios.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
O MEU FUTURO
Andei pensando a respeito do meu futuro,
quando estarei morando num grande castelo,
num lugar forte, bem elevado e seguro,
além de encantador, iluminado e belo.
Esse lugar onde estarei, eu lhe asseguro,
tenho toda certeza, então por isso zelo,
numa cidade toda cercada de muro,
tão incomum, sem nada igual, sem paralelo.
Na minha vida, nestes anos decorridos,
todos provados, sobejamente vividos,
sempre desfrutei das bênçãos que Deus me deu.
E ao meu castelo irei morar, mui brevemente,
pois a partida se aproxima incontinenti,
e habitarei num grande castelo no céu.
Andei pensando a respeito do meu futuro,
quando estarei morando num grande castelo,
num lugar forte, bem elevado e seguro,
além de encantador, iluminado e belo.
Esse lugar onde estarei, eu lhe asseguro,
tenho toda certeza, então por isso zelo,
numa cidade toda cercada de muro,
tão incomum, sem nada igual, sem paralelo.
Na minha vida, nestes anos decorridos,
todos provados, sobejamente vividos,
sempre desfrutei das bênçãos que Deus me deu.
E ao meu castelo irei morar, mui brevemente,
pois a partida se aproxima incontinenti,
e habitarei num grande castelo no céu.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
A NOITE FRIA
Quando o verão se vai, o frio chega ingente.
Saem do armário cobertores e agasalhos
indispensáveis para aquecer toda gente,
após um cansativo dia de trabalhos.
Em nossa terra, existe região mais quente,
onde o frio não se constitui atrapalho,
o povo dorme bem sob um lençol somente,
ou sobre um simples colchonete em assoalho.
Mas, numa região mais fria ou temperada,
naquelas noites frias de cair geada,
a nossa carne chega ao ponto de doer.
Quando faz frio, solteiro quer ser casado,
para ter quem o aqueça bem ao seu lado,
pois o frio faz unir marido e mulher.
Quando o verão se vai, o frio chega ingente.
Saem do armário cobertores e agasalhos
indispensáveis para aquecer toda gente,
após um cansativo dia de trabalhos.
Em nossa terra, existe região mais quente,
onde o frio não se constitui atrapalho,
o povo dorme bem sob um lençol somente,
ou sobre um simples colchonete em assoalho.
Mas, numa região mais fria ou temperada,
naquelas noites frias de cair geada,
a nossa carne chega ao ponto de doer.
Quando faz frio, solteiro quer ser casado,
para ter quem o aqueça bem ao seu lado,
pois o frio faz unir marido e mulher.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
ANULAÇÃO DO ADEUS
Só quem vive distante tem saudade.
Então, por que não viver só juntinho?
Ninguém tem saudade do seu vizinho,
onde se cultiva mais amizade.
Quem vive longe tem necessidade
de reservar sempre o seu dinheirinho,
para rever os seus e dar carinho
a quem ama em total sinceridade.
Quem vive longe de um ente querido,
quando tem o seu coração ferido
pela saudade que aperta no peito,
Tem na viagem pra rever os seus
a anulação dos males de um adeus,
porque rever é sempre o único jeito.
SAUDADE NÃO SE MATA
Quem disse que saudade a gente mata?
Saudade não se mata, se tonteia.
Quando a saudade o coração maltrata,
a alma oprime, a mente incendeia,
A condição do nosso ser retrata
como um deserto coberto de areia,
a emoção no coração desata
de tal modo como não há quem creia.
A gente corre atrás de ver quem ama,
tentando apagar desse fogo a chama,
querendo vencer tamanha agonia.
Após rever a quem amava tanto,
volta dizendo que enxugou o pranto,
mas já sente saudade no outro dia.
Quem disse que saudade a gente mata?
Saudade não se mata, se tonteia.
Quando a saudade o coração maltrata,
a alma oprime, a mente incendeia,
A condição do nosso ser retrata
como um deserto coberto de areia,
a emoção no coração desata
de tal modo como não há quem creia.
A gente corre atrás de ver quem ama,
tentando apagar desse fogo a chama,
querendo vencer tamanha agonia.
Após rever a quem amava tanto,
volta dizendo que enxugou o pranto,
mas já sente saudade no outro dia.
O FIM DA ROSEIRA
Mulher formosa, que passa lá ladeira,
desfilando pura beleza e elegância,
que tem, das flores, toda beleza e flagrância,
que nasceu bela e vive bela a vida inteira.
Mulher beleza, tão deslumbrante e faceira,
que reconhece ter beleza e exuberância,
beleza que realça desde a sua infância,
nas redondezas é, de todas, a primeira.
Mulher que desfila, tão linda, tão formosa,
que pode até ser comparada à linda rosa.
Essa beleza um dia chegará ao fim.
Agora tem toda beleza da roseira,
mas, ao chegar a sua hora derradeira,
será somente um galho seco no jardim.
Mulher formosa, que passa lá ladeira,
desfilando pura beleza e elegância,
que tem, das flores, toda beleza e flagrância,
que nasceu bela e vive bela a vida inteira.
Mulher beleza, tão deslumbrante e faceira,
que reconhece ter beleza e exuberância,
beleza que realça desde a sua infância,
nas redondezas é, de todas, a primeira.
Mulher que desfila, tão linda, tão formosa,
que pode até ser comparada à linda rosa.
Essa beleza um dia chegará ao fim.
Agora tem toda beleza da roseira,
mas, ao chegar a sua hora derradeira,
será somente um galho seco no jardim.
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